sábado, 8 de agosto de 2009

Esquema tático tricolor é um mistério

Aliviado pelo fim do jejum de vitórias que já durava 11 rodadas, o Fluminense entra em campo com apenas um desfalque: Dieguinho, que fraturou o maxilar contra o Sport. Na sua vaga, Renato Gaúcho ainda não definiu se improvisa Marquinho na lateral-esquerda ou escala Augusto, reserva da posição. Sem dar brecha para polêmica, o treinador preferiu não falar sobre a sede de vingança de Roger, Leandro Domingues e Leandro no confronto do Barradão, mas adiantou que não concorda com a atitude de Parreira de dispensá-los e lamenta não contar mais com o trio. - Não quero falar sobre isso porque na época eu não estava aqui. O que eu posso dizer é que, se fosse eu o treinador, os três jogadores ainda estariam no clube. Se perdeu Dieguinho, Renato conta com os retornos de Edcarlos e Diguinho, que cumpriram suspensão na última rodada, para o jogo diante dos baianos. Teoricamente, a dupla entraria nas vagas de Diogo e Marquinho, respectivamente, mas o comandante faz mistério e não revela se volta com o esquema 3-5-2 ou mantém o 4-4-2 da goleada sobre o Sport. - Jogamos por necessidade de uma força bem ofensiva. A gente procura estudar cada adversário para armar a equipe e não dar oportunidades para o adversário. Fomos bem no 4-4-2, mas também vínhamos bem com três zagueiros. É importante o jogador assimilar a forma de jogar e aproveitar as oportunidades.

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